Aprovado no concurso da PF para o cargo de Agente
“Seja claro com sua meta e faça o que for preciso, quando for preciso. Estude por questões de forma objetiva e estudando cada linha das questões, de forma a construir um pensamento alinhado com a banca e ser efetivo na preparação.”
Confira nossa entrevista com Jonatan Gomes Leitão, aprovado no concurso da PF para o cargo de Agente:
Estratégia Concursos: Conte-nos um pouco sobre você, para que nossos leitores possam te conhecer melhor. Você é formado em que área? Qual sua idade? De onde você é?
Jonatan Gomes Leitão: Meu nome é Jonatan, tenho 24 anos, natural do Rio de Janeiro. Sou formado em Gestão Financeira e curso Contabilidade.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos? Por que a área Policial?
Jonatan: Minha caminhada no mundo dos concursos públicos começou em 2012 estudando para o Colégio Naval e permaneci até 2016, quando ingressei na Escola Naval para início do ensino superior. Mas abandonei o curso de formações de oficiais na metade da caminhada de 4 anos. Voltei aos livros imaginando alguns concursos intermediários. Fui aprovado na DPE-RJ, cargo de técnico e TRF-4, como técnico, mas longe das vagas imediatas. Com o período de pandemia busquei oportunidades que pudessem alinhar minhas necessidades de forma mais rápida. Encontrei o concurso da Polícia Federal, com matérias bem comuns com a área fiscal, que sempre foi meu objetivo final.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?
Jonatan: Quanto à vida social, tentei me isolar no pós-edital, mas no pré-edital mantive um dia na semana para relaxar e curtir meus hobbies.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso que foi aprovado?
Jonatan: Aproveitando o tempo antes do edital, consegui fazer uma preparação de cerca de 8 meses e lograr êxito na parte objetiva e discursiva.
Estratégia: Chegou a estudar sem ter edital na praça? Durante esse tempo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos?
Jonatan: O início do estudo para concurso foi muito desafiador, o apoio da família não era como desejado. Largar uma carreira pública estável e voltar aos estudos me exigiu muita disciplina e abdicação para me manter firme na luta por objetivos MAIORES.
Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? Quais foram as principais vantagens e desvantagens de cada um?
Jonatan: Quanto aos materiais usados, eu me limitei aos PDFs, lei seca e questões, variando conforme o período do estudo.
Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo o concursando é a quantidade de assuntos que devem ser memorizados. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?
Jonatan: Procurava dedicar em média 7 horas líquidas por dia, acreditando que a constância e a disciplina me ajudariam na adaptação para prova. Não costumo estudar por resumos. Conforme a prova se aproximava, o estudo se voltou para a resolução de questões, o aperfeiçoamento das minhas marcações nos PDFs e lei seca. Nas matérias com maior dificuldade, eu analisei o custo benefício de aprofundar na parte teórica ou focar a maior parte em resolução de questões, conforme o histórico da banca examinadora.
Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?
Jonatan: Na reta final da preparação, eu busquei manter a disciplina nos estudos, pois a rotina me blindava da ansiedade e a repetição na resolução de questões aumentava a confiança pré-prova.
Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?
Jonatan: A parte discursiva foi o ponto crucial na minha preparação. Praticava, em média, 3 redações por semana, variando temas e estudando assuntos relativos a área do órgão que estava prestando concurso.
Estratégia: Como está sendo sua preparação para o TAF e para as demais etapas?
Jonatan: A preparação para o TAF nunca me ocupou muito tempo na rotina de estudos. Como sempre mantive as atividades físicas como parte da rotina de estudo, foi preciso corrigir pontos isolados e pude manter a preocupação nas outras etapas do certame.
Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?
Jonatan: As dificuldades são comuns em todo projeto que demanda esforço diferenciado. A preparação para concurso não é diferente, sempre fui muito claro com meus objetivos e sóbrio quanto aos esforços a serem feitos para alcançá-los. Nunca pensei em desistir, mas respeitei as fases de maior dificuldade adaptando a rotina de maneira mais branda ou apertando mais, conforme o corpo reagia ao desgaste da preparação. Mesmo com a aprovação continuo os estudos para a área fiscal mantendo como base a mesma filosofia: disciplina e constância.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
Jonatan: Se pudesse dar um conselho para as pessoas que ainda estão na luta seria: seja claro com sua meta e faça o que for preciso, quando for preciso. Estude por questões de forma objetiva e estudando cada linha das questões, de forma a construir um pensamento alinhado com a banca e ser efetivo na preparação.
“Seja claro com sua meta e faça o que for preciso, quando for preciso. Estude por questões de forma objetiva e estudando cada linha das questões, de forma a construir um pensamento alinhado com a banca e ser efetivo na preparação.”