Aprovado em 116º lugar no concurso PF 2021 para o cargo de Agente
“O detalhe é que eu só tinha um celular para poder estudar e não tinha internet em casa. Eu tinha que ir até uma praça pública mais próxima e baixar vários vídeos grátis no Youtube e estudá-los em casa, no deslocamento para o trabalho e também no trabalho quando dava. Depois de um tempo nessa situação, houve um corte de pessoal na empresa e, como meu chefe me pegou algumas vezes com o celular na mão estudando, fui demitido SEM JUSTA CAUSA.”
Confira nossa entrevista com André Augusto Barbosa da Silva, aprovado em 116º lugar no concurso PF 2021 para o cargo de Agente:
Estratégia Concursos: Você é formado em que área? Qual sua idade? De onde você é?
André Augusto Barbosa da Silva: Em relação a minha formação, fiz um tecnólogo em processos gerenciais – EAD, pois não possuía nível superior quando iniciei minha vida de concurseiro. Como eu queria um curso superior apenas para prestar concursos, decidi realizar um tecnólogo e ao mesmo tempo estudar para um concurso com uma boa remuneração.
Eu sou de Santa Maria do Pará – PA. Na verdade, fui criado no interior desse município em um lugar chamado Taciateua. Foi nessa localidade onde concluí o ensino fundamental e médio.
Estratégia: O que te levou a tomar a decisão de começar a estudar para concursos?
André: Eu comecei a estudar para concursos por causa da insatisfação com o local onde trabalhava. Eu comecei a trabalhar em uma empresa terceirizada que ficava dentro de uma mineração de bauxita localizada no município de PARAGOMINAS – PA. Dentro desse setor, procurei me qualificar por meio de um curso técnico em mineração e, com isso, conseguir um emprego melhor na empresa HYDRO. Entretanto, o plano não ocorreu como esperado, pois havia vários fatores que não estavam ao meu alcance como, por exemplo, o famoso “QI”. Além disso, ganhava uma remuneração muito baixa que mal dava para me alimentar com dignidade e por mais que fizesse muita hora extra, não aumentava muita coisa. Diante desses fatos, eu cheguei a uma conclusão: o salário que ganho nesse lugar, eu posso ganhar em qualquer concurso de nível médio e ainda ter uma carga de trabalho muito menor. Esse foi o ponto de partida…
Estratégia: Por que a área Policial? Tem alguém que te inspirou?
André: 1 – Em relação a área policial, confesso que antes de começar a estudar para concursos nunca pensei em ser policial. Pelo fato de ter sido criado no interior e ser bastante influenciado pela mídia convencional (sempre mostrando o lado negativo do órgão), acabei formando uma imagem deturpada das polícias em geral. Só depois de começar a estudar para concursos e pesquisar mais sobre a área policial, comecei a me interessar por essa carreira, sem falar das matérias que são muito mais legais de estudar, pois são fáceis de ver na prática como, por exemplo, o Direito Penal.
2 – Eu não tive alguém para me inspirar em relação a essa área, pois até hoje o meu pai fica com receio quando falo que estudo para PF/PRF kkkk. Acredito que ele já está se acostumando. Além disso, não tenho parente que seja policial, mas espero ser o primeiro (com a benção do nosso PAI CRIADOR) e influenciar as futuras gerações da família.
Estratégia: Durante sua caminhada como concurseiro, você trabalhava e estudava (como conciliava trabalho e estudos?), ou se dedicava inteiramente aos estudos para concurso?
André: Quando iniciei meus estudos, ainda trabalhava na mineração em Paragominas – PA. Como demorava aproximadamente 1h30min para chegar ao local de trabalho e o mesmo tempo para retornar, aproveitava esse tempo para assistir videoaulas durante o trajeto. O detalhe é que eu só tinha um celular para poder estudar e não tinha internet em casa. Eu tinha que ir até uma praça pública mais próxima e baixar vários vídeos grátis no Youtube e estudá-los em casa, no deslocamento para o trabalho e também no trabalho quando dava. Depois de um tempo nessa situação, houve um corte de pessoal na empresa e, como meu chefe me pegou algumas vezes com o celular na mão estudando, fui demitido sem justa causa. Até tentei justificar que só fazia aquilo depois de ter cumprido minha tarefa, mas não teve jeito. Rua…!!! O inimigo fechou uma porta, mas meu DEUS me deu a oportunidade de estudar por mais tempo e passei a estudar o dia inteiro e não parava até estar dormindo em frente ao celular. Fui nesse ritmo louco vivendo com o seguro desemprego e a ajuda de meus pais até conseguir ser aprovado e nomeado no concurso do Banco do Estado do Pará – BANPARÁ, o qual estou trabalhando até o momento. Depois disso, continuei estudando e trabalhando até o presente momento…
Estratégia: Em quais concursos já foi aprovado? Qual o último? Em qual cargo e em que colocação?
André: Aprovado em 13º lugar para o cargo de Técnico Bancário do concurso da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL de 2014 para o polo de CASTANHAL – PA.
2 – Aprovado em 1º lugar para o cargo de Técnico Bancário do concurso do Banco do Estado do Pará – BANPARÁ de 2014 para a cidade de Santa Maria do Pará – PA.
3 – Classificado como excedente no concurso da PRF/2019. Nesse concurso, fui eliminado na fase dos exames médicos. Depois de algumas coisas que deram errado, decidi não ficar brigando na justiça por uma coisa que nem sei se daria certo, mas no final todos foram chamados no concurso da PRF. Enfim, decidi continuar estudando…
4 – E agora aprovado em 116º lugar para o cargo de Agente da Polícia Federal de 2021.
Estratégia: Qual foi sua sensação ao ver seu nome na lista dos aprovados/classificados na primeira fase do certame?
André: Todas as vezes em que meu nome saiu em uma lista dessas de aprovado/classificado fiquei meio sem saber o que fazer kkkkk. Não sabia se gritava, pulava, chorava, tomava uma cachaça, saía contando para todo mundo que visse em casa ou na rua, mas isso tudo era só no campo da imaginação, pois não sou tão aberto em minhas emoções e prefiro me conter kkkkk. Entretanto, independente de ser um pouco fechado em relação as minhas emoções, posso afirmar que por dentro a sensação é muito gratificante (feliz p/ C…). É uma sensação de missão cumprida. Você se lembra de todo esforço que teve fazer para vencer essa batalha. Além disso, você passa a ter mais confiança no seu estudo e começa a buscar voos mais altos. Enfim, cada um reage de uma forma diferente.
Estratégia: Como era sua vida social durante a preparação para concursos? Você saía com amigos, família, etc? Ou adotou uma postura radical, abdicando do convívio social?
André: Nesse ponto eu fui um pouco radical kkkkk. Como fui morar em Paragominas e ficava um pouco longe dos meus pais, acabei focando muito nos estudos/trabalho e, já que não tinha muitos conhecidos (só os colegas de trabalho), a opção que tinha era focar 100% na minha melhora de condição de vida. Depois que voltei para Santa Maria do Pará para exercer o cargo de Técnico Bancário no BANPARÁ, passei a ficar menos radical e já frequentava uns churrascos e tomava umas cervejas nos finais de semana para tirar o estresse dos estudos, mas não parava de estudar durante a semana. Enfim, melhorou um pouco a minha condição de vida, passei a gastar mais um pouquinho kkkkkk.
Estratégia: Você é casado? Tem filhos? Namora? Mora com seus pais? Sua família entendeu e apoiou sua caminhada como concurseiro? Se sim, de que forma?
André: Estou com minha mulher desde o tempo da “lisura” em Paragominas kkkkk. Tenho 2 filhos (um de 5 anos e outro de 1 mês). Quando comecei a estudar para concursos, morava de aluguel e meu salário mal dava para pagá-lo e se alimentar de forma decente. Nesse período, contava com ajuda dos meus pais. No começo minha mulher não entendia essa situação de ficar estudando durante horas e algumas vezes ficava reclamando porque eu não queria sair de casa (mesmo que quisesse, só daria para passear a pé por perto de casa, pois o dinheiro era contado para as despesas, rs). Depois de um tempo ela começou a entender a situação e não reclamou tanto mais, principalmente depois que eu comecei a trabalhar e o dinheiro começou a aparecer dentro de casa para bancar alguns luxos que não eram possíveis no início.
Estratégia: Você acha que vale a pena fazer outros concursos, com foco diferente daquele concurso que é realmente seu objetivo maior?
André: No início, eu não tinha um sonho de trabalhar em um cargo específico ou mesmo um concurso maior. O que eu queria mesmo era ganhar dinheiro e sair daquela situação lascada em que vivia kkkkk. Então, o concurso que fosse abrir, eu iria fazê-lo. Nesse sentido, recomendo que o concurseiro faça os concursos que estão ao seu alcance, pois o importante nesse momento é conseguir uma renda para se manter estudando para algo melhor ou seguir seu sonho. Não cheguei a fazer muitos, pois não estava disposto a sair do meu estado kkkkk. O primeiro concurso que fiz foi para cargo de AGENTE ADMINISTRATIVO da Polícia Federal (reprovado). Depois fiz os concursos da CEF e BANPARÁ (aprovado em ambos). Em seguida fiz o concurso do TRT/8º (reprovado) e também do INSS (reprovado). Por fim, antes de migrar para os concursos policiais, ainda cheguei a estudar algumas matérias da RECEITA FEDERAL, mas como os concursos policiais estavam em alta, decidi enfrentá-los. Atualmente, estou enfrentando uma situação complicada, pois como estou aprovado para AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL, não tenho nada garantido até a nomeação, já que os concursos policiais possuem várias etapas eliminatórias. Eu quero muito a POLÍCIA FEDERAL, mas caso algo aconteça de errado e não continue estudando, estarei perdendo as oportunidades da ÁREA FISCAL que estão em alta no momento, principalmente o concurso da SEFA-PA ou RECEITA FEDERAL. Então, ainda estou estudando para esses dois concursos e, caso dê tudo certo no concurso da PF, provavelmente não poderei fazer esses concursos, pois estarei no CFP. O problema é que não estou conseguindo seguir o ritmo que vinha fazendo na PF, mas ainda não parei kkkkk.
Estratégia: Você estudou por quanto tempo direcionado ao concurso em que foi aprovado?
André: Se eu disser que direcionei meus estudos para o concurso da POLÍCIA FEDERAL assim que saiu o edital (como muitos dizem), estarei mentindo, já que venho acumulando conhecimento desde o início dos estudos para concurso (dezembro de 2013), inclusive realizei os concursos anteriores da PRF/2019 (classificado) e de Agente da PF/2018 (reprovado). Portanto, já tenho uma longa estrada de concurseiro.
Estratégia: Chegou a estudar sem ter edital na praça? Durante esse tempo, como você fazia para manter a disciplina nos estudos?
André: Nos meus primeiros concursos, comecei a estudar com edital aberto. No entanto, para os concursos da PF/PRF, sempre estudei antes de sair os editais. Eu utilizei várias ferramentas para me manter motivado durante minha preparação como, por exemplo, vídeos motivacionais das corporações (é muito animador ficar se imaginado trabalhando na polícia), depoimentos dos aprovados, esclarecimentos das pessoas que já estão trabalhando no órgão, remuneração também, entre outros. Além disso, para quem tem filhos, é interessante pensar que você está lutando para dar algo melhor para eles.
Estratégia: Que materiais você usou em sua preparação para o concurso? Aulas presenciais, telepresenciais, livros, cursos em PDF, videoaulas? O que funcionou melhor para você?
André: No início dos estudos, eu utilizei muito as videoaulas. Depois de um tempo, passei a utilizar os PDFs, pois não aguentava mais ver tanto vídeo. Além disso, também não estava rendendo muito, pois naquele tempo ainda não tinha acelerador de vídeos. Atualmente, para mim é mais eficiente a leitura dos PDFs e as videoaulas só em caso de dificuldade na matéria (ou quanto estou com preguiça ou revendo uma matéria agradável).
Estratégia: Como conheceu o Estratégia Concursos?
André: Conheci por meio das aulas grátis no Youtube.
Estratégia: Uma das principais dificuldades de todo concursando é a quantidade de assuntos que deve ser memorizada. Como você fez para estudar todo o conteúdo do concurso? Falando de modo mais específico: você estudava várias matérias ao mesmo tempo? Quantas? Costumava fazer resumos? Focava mais em exercícios, ou na leitura e releitura da teoria? Como montou seu plano de estudos? Quantas horas por dia costumava estudar?
André: No início, como estudei para concursos com poucas matérias, estudei uma matéria por vez. Depois que passei para a área policial e assisti várias dicas de estudos na internet, comecei a alternar as matérias, mas ainda assim colocava todas no ciclo de estudos (para a área policial ainda é possível, mas para a área fiscal fica complicado de estudar todas as matérias ao mesmo tempo). Em relação aos resumos, ainda tentei fazer por um tempo, mas acabei deixando de lado, pois estava perdendo muito tempo. Diante disso, foquei em ler os PDFs, resolver os exercícios comentados e depois revisava pelas questões comentados (se sentisse dificuldade na questão, voltava na parte teórica e relia aquela parte do PDF). Não resolvia todas as questões de uma só vez. Resolvia 1/3 por vez (resolvia 1 e pulava 2 – Ex.: 1, 4, 7, 10…). Depois o segundo terço (2, 5, 8, 11…). Por fim, o terceiro terço (3, 6, 9, 12…). Em relação ao modo de rever os PDFs, eu passava por 3 PDFs e antes de passar para o quarto, revia o primeiro e assim por diante (via o PDF 00, 01, 02 e antes de passar para o 03, revia o 00). Eu gosto de alternar as matérias de cálculo/raciocínio e Direito. Sempre estudei buscando aproveitar o máximo de tempo possível, inclusive no trabalho. Nunca gostei de marcar horas líquidas, pois ficava mais concentrado no tempo do que no estudo. Já tentei estipular tantos minutos para cada matéria, mas não deu muito certo para mim. Preferi vencer um PDF por vez.
Estratégia: Você tinha mais dificuldades em alguma(s) disciplina(s)? Quais? Como você fez para superar estas dificuldades?
André: No início, senti muita dificuldade em Português e exatas. Depois de um tempo acabei gostando de Português e ainda não perdi o medo de exatas kkkkk. No entanto, devemos enfrentá-las para que possamos resolver pelo menos as mais fáceis e garantir alguns pontos em exatas. Atualmente, em Português vou direto para as questões ou vejo a resolução de professores. Agora, em exatas ainda vejo os vídeos antes de tentar resolver as questões. Enfim, não entendeu por meio do PDF, veja a videoaula.
Estratégia: A reta final é sempre um período estressante. Como foi sua rotina de estudos na semana que antecedeu a prova? E véspera de prova: foi dia de descanso ou dia de estudo?
André: Na reta final, só resta resolver muitas questões até a exaustão. Não dá para querer aprender alguma coisa nova. Nesse momento, o ideal é não esquecer o que já aprendeu. No dia da minha prova, eu cheguei mais cedo ao local e ainda fiquei resolvendo várias questões antes de entrar na sala para chegar com o cérebro aquecido na prova.
Estratégia: No seu concurso, tivemos, além das provas objetivas, as provas discursivas. Como foi seu estudo para esta importante parte do certame? O que você aconselha?
André: A prova discursiva sempre foi uma incerteza na minha preparação, porque eu não praticava em casa. O que eu fazia era prestar bastante atenção na forma como os professores escreviam os PDFs e, com isso, ainda estudava Português. Ficava de olho na pontuação, conjunções, colocação pronominal, termos adverbiais, entre outros aspectos. Além disso, passei a escrever de forma correta em toda rede social que estava e também olhei alguns modelos/esqueletos de redação disponíveis na internet. No concurso da PRF/2019, eu perdi muitas posições por causa da redação. Não sei o que aconteceu no dia, mas acho que acabei esquecendo de passar ou citar um item que a prova pedia. No concurso da PF/2021, não repeti esse erro e a cada parágrafo concluído, passava logo para a folha definitiva. Nesta prova, consegui uma excelente nota (12,80 de 13,00). Até hoje ainda penso que recebi uma intervenção divina no momento da prova discursiva kkkkk. Enfim, cada candidato deve se conhecer e corrigir suas falhas. Caso tenha essa dificuldade, treine bastante.
Estratégia: Como foi sua preparação para o TAF e demais etapas?
André: Minha preparação para o TAF foi basicamente treinar com antecedência os exercícios do edital. Minha maior dificuldade sempre foi a corrida, pois sou um pouco pesado. A barra consegui desenvolver aos poucos até o máximo. Fiquei um pouco preocupado em relação a natação, pois nunca tinha feito um treino na piscina. Entretanto, como fui criado no interior, passei grande parte da minha infância e adolescência nadando em igarapés da região. No dia do TAF, fiz 50m em 31s…
Estratégia: Se você tivesse que apontar ERROS em sua preparação (se é que houve), quais seriam? Diga-nos também quais foram os maiores ACERTOS?
André: Um dos meus maiores erros é sempre deixar as matérias de EXATAS para depois kkkkk. A gente fica querendo sempre estudar a matéria que mais gosta. Outra coisa, no início eu não resolvia muita questão e só ficava vendo videoaulas. Em relação aos acertos, é difícil apontar um ponto específico, pois a gente está sempre errando e buscando corrigir até conseguir ser aprovado. O segredo é verificar se está tendo um bom percentual de acertos e buscar corrigir as falhas a todo instante.
Estratégia: O que foi mais difícil nessa caminhada rumo à aprovação? Chegou a pensar, por algum momento, em desistir? Se sim, como fez para seguir em frente?
André: O mais difícil é ver várias pessoas se divertindo em várias datas comemorativas ou até mesmo nos finais de semanas e a gente ter que abrir mão disso e de outros prazeres momentâneos para ter uma vida melhor lá na frente. Entretanto, é só no começo, pois depois acostuma (já estou acostumado a ficar só kkkk). Em relação a desistir, todo dia essa guerra é travada. Todo dia a gente é convidado a desistir, mas, como eu já venho estudando há tanto tempo, desistir nesse momento não é uma opção. Seria o maior erro de todos os tempos e, em consequência disso, passaria o resto da vida me lamentando. Então, não tenho mais como voltar atrás. Eu ficaria com vergonha de mim mesmo.
Estratégia: Por fim, o que você aconselharia a alguém que está iniciando seus estudos para concurso. Deixe-nos sua mensagem para todos aqueles que um dia almejam chegar aonde você chegou!
André: Para aqueles que estão iniciando agora, o recado é não desistir na primeira dificuldade, pois pode acreditar que elas virão e não serão poucas. Haverá momentos em que dará vontade de fazer qualquer outra coisa, menos estudar, mas você deve persistir na luta. “Amigos” dirão que você está diferente e vai ficar louco de tanto estudar. Familiares dirão que você não faz outra coisa da vida e “só estuda”. Enfim, a guerra é diária e todo dia você deve buscar ser melhor do que foi no dia anterior. Pelo meu entendimento, só existe um tipo de pessoa que não consegue ser aprovado em concurso público: aquele que desiste no meio do processo. O concurso realmente é uma fila, mas a todo instante as pessoas estão tentando passar na sua frente ou você mesmo passa na frente de outros. O sistema é bruto e atualmente não há espaço para amadores. O concurso público está extremamente profissionalizado e aqueles que não estão dispostos a pagar o preço, não serão agraciados com a aprovação. Portanto, estudem até passar!!!
