Questão
2018
Instituto EXCELÊNCIA
Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Fisioterapeuta Traumato-Ortopédica (COFFITO)
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4000086139
A fratura distal do rádio é a lesão no punho mais comum em todas as faixas etárias e podem ser classificadas em Fratura de Colles quando há a completa fratura do rádio com luxação dorsal do fragmento distal, Fratura de Smith quando há a completa fratura do rádio com luxação volar (ou palmar) do fragmento distal, Fratura de Barton quando envolve uma fratura articular dorsal ou volar do rádio distal com subluxação do punho e a Fratura em fivela ou Buckle fracture que é uma fratura incompleta do rádio distal, sem luxação, que costuma ocorrer em crianças. A reabilitação após a fratura de rádio é quase uniforme entre estes tipos de fratura. Em relação aos objetivos e tratamento fisioterapêutico na fase inicial (0 a 6 semanas) dessas fraturas assinale a alternativa INCORRETA:
A
O movimento ativo do ombro e cotovelo é ipsilateral é usado para evitar ombro ou cotovelo congelado.
B
O edema pode ser reduzido estimulando a elevação da mão acima do nível do coração associado a mobilização ativa frequente de flexão e extensão dos dedos e também pode-se envolver a mão e os dedos em bandagens elásticas compressivas.
C
Nessa fase não devemos encorajar o uso funcional da mão, nem para atividades leves pois ainda a fratura não está totalmente consolidada.
D
A massagem cicatricial (para fraturas tratadas cirurgicamente) pode ser iniciada nessa fase e auxilia na redução das aderências nas áreas das incisões.
E
O cotovelo permanece imobilizado de 3 a 4 semanas para evitar a prono-supinação nos tratamentos conservadores de fraturas estáveis.