Questão
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico de Segurança do Trabalho (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Assistente Administrativo ou Fiscalização Portuária 36h (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Assistente Administrativo ou Fiscalização Portuária 40h (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Eletricista 36h (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Eletricista 40h (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Mecânico (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Projetista (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Técnico Ambiental (APS/SP)
2024
VUNESP
Autoridade Portuária de Santos (SP)
Técnico Portuário - Técnico em Edificações (APS/SP)
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4001696967
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Funk: expressão cultural, preconceitos e as várias faces da sociedade brasileira

Se o samba, há décadas, é vendido como símbolo da identidade nacional brasileira, nem sempre foi assim. No começo do século 20, sambistas, oriundos das camadas populares e negras da população, eram marginalizados ao ponto de serem presos, acusados de vadiagem, uma contravenção penal. Gêneros musicais que antecederam o samba, também fortemente associados aos negros, como o lundu, o maxixe e o jongo, eram acusados de terem coreografias e letras indecentes. Foi apenas na Era Vargas, entre 1930 e 1945, que o Estado passou a valorizar manifestações culturais populares como o samba, mas, ao mesmo tempo, tentando domesticá-las para adaptá-las às ideologias oficiais do governo: o nacionalismo, o trabalhismo e a democracia racial.

É nesse quadro que o repúdio de tanta gente ao funk deve ser compreendido. Muitas das acusações sofridas pelo funk estão presentes em outros gêneros musicais associados a um público bem específico: jovens, negros, pobres, moradores de favelas e periferias. Assim como o pagode baiano e o tecnobrega, o funk é acusado de fazer apologia ao crime, às drogas e ao sexo. E como o sertanejo, o forró eletrônico e o pagode romântico, o funk, muitas vezes, é taxado de “música pobre”. Os critérios que fazem um gênero musical ser considerado “pobre”, no entanto, variam de acordo com os diferentes valores dos diferentes grupos sociais.

Uma música que valoriza mais o ritmo, a batida e a dança do que a letra e a harmonia pode ser a mais “rica” para se animar um baile, por exemplo. Já o funk ostentação, com letras que fazem apologia a marcas de luxo, apesar de ser acusado de alienado, questiona distinções sociais por meio do consumo e não deixa de expressar uma demanda de jovens pobres e periféricos por reconhecimento e visibilidade.

(Danilo Cymrot. Revista E. Abril de 2024. Adaptado)

Considere o trecho a seguir.

Já o funk ostentação, com letras que fazem apologia a marcas de luxo, apesar de ser acusado de alienado, questiona distinções sociais por meio do consumo... (3º parágrafo)

As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, sem alteração do sentido original, por:
A
embora seja ... perante ao
B
embora seja ... mediante o
C
ainda que seje ... através do
D
por mais que seje ... em razão do
E
mesmo que seja ... diante do