Na Idade Moderna, no século XVI aproximadamente,
a primeira pessoa a acreditar na educação dos surdos, seja por meio da Língua Oral ou da Língua de Sinais foi Bartollo della Marca D ́ Ancona, um advogado e escritor que passou a acreditar na possibilidade dos surdos se expressarem de outras formas a não ser pela língua oral. Mas, o verdadeiro início da educação dos surdos “nasceu” com um educador, o monge beneditino Pedro Ponce Léon que dedicou sua vida para educar os filhos surdos da nobreza espanhola, com o intuito de alfabetizá-los, para seguirem as doutrinas do Cristianismo. Ele demonstrou que os argumentos médicos a respeito da surdez, que apontavam um déficit intelectual não condiziam, por isso, ele criou uma metodologia na qual conseguiu ensinar alguns alunos surdos a falar, inclusive, outros idiomas, como o latim, o italiano e o grego. (MOURA, 2000).
De acordo, com o autor, Pedro Ponce Léon desmistificou o conceito que um pensador sustentava a respeito dos surdos, que estes não tinham capacidade de desenvolver-se intelectualmente pela ausência da faculdade da
linguagem e sem esta seria impossível ser considerado como um ser humano. Este pensador era: