Dia não é mês ruim

O artigo “Dia não é mês ruim” visa analisar o perigo que pode ser julgar toda uma jornada de preparação e estudos por um único dia, em preparação para concursos, de bancas examinadoras como a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Dias ruins para os estudos são comuns. Pode ser um imprevisto, como uma demanda de trabalho surpresa, ou um assunto familiar não esperado. Ou uma dor de cabeça, e até mesmo cansaço, sem explicação.
Pode ser, também, uma disciplina difícil, que demanda horas, e acaba desanimando. Ou um simulado que resulta em nota baixa, e desanima. Até mesmo um dia que, ao invés de estudar, o candidato fica realizando comparações com outros candidatos, em redes sociais ou rankings. Ou, simplesmente, um dia que não dê para estudar.
Porém, um dia ruim é só um dia. O desempenho da preparação é medida em semanas, meses, e até mesmo anos. Não em apenas um dia. Esse deve ser o pensamento para encarar os dias ruins.
Dia não é mês ruim – O peso da culpa posterior
Iniciando o tema dia não é mês ruim, aborda-se o peso que a culpa por um dia ruim pode causar na rotina de estudos para concursos.
O dia ruim acontece, e ele é uma dificuldade momentânea pontual, e não representa fracasso na preparação como um todos.
Porém, o dia ruim pode gerar culpa. E o candidato pode alcançar metas “impossíveis”, para recuperar o tempo não estudado. Acaba, então, somando tarefas atrasadas ao dia seguinte. Acaba gerando uma lista muito grande, não sabendo por onde começar ou exagerando nas horas diárias de estudo.
Pode acontecer da compensação falhar, e aumentar a sensação de estar atrasado, e a interrupção de estudos se alongar ainda mais. A culpa pode custar mais que o dia ruim, dessa forma.
Quando isso acontecer, escolha uma meta viável para o dia presente ou seguinte. Se necessário, faça redistribuição das tarefas. Uma meta viável ajuda mais do que a cobrança de um dia perfeito, ou da recuperação acelerada do dia ruim.
Dia não é mês ruim – Meta mínima para dias difíceis
Prosseguindo com a análise sobre dia não é mês ruim nos estudos, aborda-se a adoção de uma meta mínima, pensada para dias ruins.
Uma boa estratégia é prever os dias ruins e difíceis e traçar uma meta justamente para estes dias. Isso faz com que haja um plano B, até para dias menos produtivos.
Por exemplo, resolução de 2 a 5 exercícios, caso haja apenas 15 minutos livre. Caso a concentração esteja baixa, rever um resumo mais simples, e anotar alguma dúvida. Quando se trata de uma matéria nova densa, ver apenas uma parte dela e resolver duas questões sobre essa parte.
Porém, caso haja cansaço intenso, ou total impossibilidade, a melhor solução é o descanso, e o evitamento da culpa, que pode pesar nos estudos como um todo.
Retomar a sequência, sem replanejar
Continuando com o assunto dia não é mês ruim, em tela a necessidade de retomar a sequência de estudos, e não replanejar.
O ideal, depois de um dia ruim, é retomar ao planejamento que já estava previsto. Não é bom refazer planejamento e cronograma, pois isso pode retomar os estudos à “estaca zero”.
Quanto ao conteúdo que ficou pendente, é bom separá-lo, e priorizar, entre eles, o que é relevante e tem maior impacto nos estudos como um todo.
De acordo com essa classificação de relevância e urgência, insere-se os conteúdos que faltam em horários livres e horários separados para revisão.
Dias ruins não significam recomeçar estudos de disciplinas ou criar novos métodos de estudo. Sim, cumprir e retomar da melhor maneira possível, e seguir em frente.
Dia não é mês ruim – Descanso pode evitar dias ruins
Finalizando o artigo “Dia não é mês ruim”, aborda-se o fato do descanso poder evitar dias ruins na rotina de estudos.
O descanso é necessário, e quando bem utilizado pode evitar os dias ruins. Jantares com família, e saídas planejadas com amigos. Caminhadas em parques e atividades físicas. Boas noites de sono. Tudo isso pode evitar o cansaço. Além de assentar o conhecimento adquirido. Assim, é uma espécia de defesa contra possíveis dias ruins.
Por fim, para concluir, constância não é estudar todos os dias perfeitamente. E isso não ocorre na realidade. Constância é a capacidade de retornar à jornada de estudos após uma interrupção.
Além disso, saber lidar com a culpa, e saber remanejar o conteúdo perdido em dias ruins é importante.
O mais importante é saber que um dia ruim não é uma semana ruim, ou um mês ruim, muito menos uma jornada de preparação ruim.
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